quarta-feira, 13 de maio de 2015

Meninas travessas conseguem mais uma vitória no Paulista Sub-15 Feminino



 
C.A. Juventus/Divulgação
Notícias
 
Na tarde deste sábado (25 de abril), o C.A. Juventus venceu a FAE Jaboticabal, por 75 a 33, no Ginásio Municipal Alberto Botino, na cidade de Jaboticabal (SP), em partida válida pelo turno do Campeonato Paulista Estadual Sub-15 Feminino, chegando a sua terceira vitória na competição. A armadora grená Layla Couto, foi a cestinha do confronto, com 31 pontos.
O campeonato prossegue com um único jogo na quinta-feira (30 de abril), entre: Casa do Garoto/SAEMER/COC/Unimed/Tupã X Thop Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Sicredi/Venceslau, às 19h00 (de Brasília), no P.E. "Diomercino Rodrigues", em Tupã (SP).
 
Fonte: Rodrigo Favero Garcia - favero_garcia@hotmail.com
http://www.fpb.com.br/noticias_exibir.php?exibir=614

Meninas Travessas vencem no Sub-13 e no Sub-15 Feminino

Meninas Travessas vencem no Sub-13 e no Sub-15 Feminino

 
C.A. Juventus/Divulgação
Notícias
 
Em rodada dupla neste sábado (09 de maio), o C.A. Juventus venceu o São Bernardo/ADC/AFP/Na Cesta, por 57 a 35, no CREC Ubaldo Lago (Baetinha), na cidade de São Bernardo do Campo (SP), em partida válida pelo turno do Campeonato Paulista Estadual Sub-15 Feminino. A jogadora juventina, Laylla Couto, foi a cestinha do duelo, com 20 pontos.
No outro jogo, as meninas travessas derrotaram o São Bernardo/ADC/AFP/Na Cesta, na prorrogação, por 63 a 61, no mesmo ginásio, em confronto válido pelo Campeonato Paulista Sub-13 Feminino da Grande São Paulo. A atleta Lais Couto, da equipe grená, foi a maior pontuadora da peleja, com 34 pontos.
 
Fonte: Rodrigo Favero Garcia - favero_garcia@hotmail.com
http://www.fpb.com.br/noticias_exibir.php?exibir=646

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O ótimo começo de Tássia, armadora de Santo André, na LBF

- http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2015/01/10/o-otimo-comeco-de-tassia-ala-armador-de-santo-andre-na-lbf/

Fábio Balassiano
TassiaQuem acompanha o basquete feminino há algum tempo conhece a trajetória de Tássia Carcavalli. Liderando todas as seleções de base da seleção, ela foi colocada como uma das esperanças da modalidade no final da primeira década deste século.
Nas seleções Sub-15, Sub-17 e Sub-19 ela era a estrela (mais aqui), disparadamente a menina que mais chamava a atenção. Seu talento era descomunal. Sua facilidade para pontuar, também. Sua velocidade de raciocínio na quadra espantava.
Tássia era, portanto, vista como a esperança de guiar a seleção brasileira adulta a dias de glória, mas depois que formou com Damiris a dupla que deu a medalha de bronze no Mundial Sub-19 do Chile em 2011 sua carreira não decolou. Lá ela teve as médias de 11,3 pontos, foi fundamental como o esteio da ala-pivô no perímetro, mas uma série de acontecimentos fizeram com que seu crescimento fosse interrompido (mesmo assim ela esteve no elenco das Olimpíadas de 2012). Havia pedras no caminho dela.
Tassia_01Uma séria lesão no joelho, depois outra, inexplicavelmente pouco espaço na equipe que a formou desde o começo de sua vida (Americana) e eu devo imaginar com o sua (dela) cabeça deve ter entrado em parafuso. Isso tudo com pouco mais de 20 anos.
O tempo passou, eu sinceramente não imaginei que fosse vê-la em quadra tendo bom rendimento mas aí a temporada 2014/2015 da LBF veio e ela se transferiu para Santo André, onde seria a titular da armação e comandada pela experiente Laís Elena. Provavelmente em sua última chance de ter tempo de quadra em um time razoavelmente estruturado, ela tratou de se preparar para não decepcionar. E tem dado certo.
Tassia_02Na noite de ontem mais um revés veio (a terceira em quatro jogos), mas Tássia despejou 19 pontos e deu 8 assistências na derrota de seu time para o Sport-PE por 83-75 no interior de São Paulo. Ao todo ela tem 18,7 pontos por jogo (quarta melhor média da temporada), ótimos 42,1% de aproveitamento nas bolas de fora, excelentes 61,1% nas bolas de dois, 4,5 assistências e 20 de eficiência (a terceira no quesito). Desempenho e números certamente animadores.
Cheguei a entrevistá-la em 2008 (aqui), vejo que já faz quase sete anos (o MSN ainda existia…), pensei que sua caminhada infelizmente não daria grandes frutos e hoje é possível enxergar que há, sim, luz para que o percurso dela, tão lindo no começo de sua carreira, seja bem bacana em um futuro próximo.
tassTássia já passou por muita coisa, mas tem apenas 22 anos (faz 23 em março) e ninguém nunca duvidou de seu talento. Talvez lhe faltasse um pouco mais de sangue, um pouco mais de vontade de mostrar que poderia, sim, ser a estrela que todos imaginavam que ela seria.
O mérito dela foi não ter desistido mesmo depois de tantos problemas. Em Santo André ela tem tempo de quadra, confiança e espaço para mostrar seu jogo. São apenas quatro jogos, eu sei disso, mas a jovem de 1,80m escreve sozinha a melhor história da LBF até o momento.
Que assim continue.
Tags : LBF Tássia

terça-feira, 30 de setembro de 2014

PATRICIA E TATY TITULARES DA SELEÇAO BRASILEIRA ADULTA - MUNDIAL 2014




BRASIL VENCE JAPÃO POR 79 x 56 E GARANTE VAGA NAS OITAVAS DO MUNDIAL DA TURQUIA

www.cbb.com.br 
Foto: Divulgação/FIBA
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Com 27 pontos, quatro rebotes e duas recuperações de bola a cestinha foi Patrícia Teixeira
Ancara, Turquia – O Brasil está classificado para a segunda fase do 17º Campeonato Mundial da Turquia. Nesta terça-feira (dia 30), com 27 pontos, quatro rebotes e duas recuperações de bola da cestinha Patrícia Teixeira, o Brasil ganhou do Japão por 79 a 56 (41 a 31 no primeiro tempo) e garantiu o terceiro lugar no grupo “A”. O adversário da equipe nacional nas oitavas de final desta quarta-feira (1º de outubro) será o segundo colocado da chave “B”.

A vitória foi construída com nosso jogo coletivo e todas as jogadoras se ajudaram do início ao fim. Cada detalhe foi importante para conseguirmos esse resultado positivo. Entrei para ajudar o grupo, a defesa encaixou bem e com isso o ataque fluiu normalmente. Fico feliz por ter contribuído com 27 pontos, mas divido esse momento com toda a equipe”, comentou a ala/armadora Patrícia, que acertou quatro bolas de três pontos.

Outros destaques da equipe nacional foram as pivôs Clarissa Santos (13 pontos, oito rebotes e três recuperações de bola) e Érika Souza (12 pontos, 11 rebotes, uma assistência e quatro bloqueios) e a armadora Adrianinha (oito pontos, seis assistências, quatro rebotes e quatro recuperações de bola).

“Foi a vitória do coração e da vontade de ganhar. Jogamos os 40 minutos com muita determinação porque era o jogo da nossa vida. Em nenhum momento deixamos de acreditar na vitória. Fizemos um jogo coletivo, com muita garra e concentração. Mostramos para o Brasil que estamos bem vivas e vamos continuar fortes na competição. Nós não vamos desistir e vamos entrar com força e determinação em todos os jogos”, afirmou a pivô Clarissa Santos.

“O Zanon (técnico) disse no vestiário que era o jogo da vida ou da vida, que não tinha jogo da morte para nós. E fomos para a quadra com muita determinação em busca da vitória. Chegamos a abrir 20 pontos de vantagem (31 a 11) e mesmo quando elas encostaram (46 a 42) tivemos tranquilidade para continuar na frente. Conseguimos a vitória e vamos em frente”, disse a pivô Érika.

“Essas meninas merecem a vitória de hoje, sem contar que estamos felizes de ter um plano traçado e ter personalidade para realizar esse trabalho. Vamos continuar na luta e mantendo o trabalho com qualidade. O perfil de hoje foi excelente e vamos tentar manter esse mesmo ritmo da defesa bem trabalhada e a determinação dentro de cada jogadora. Para defender temos que ter postura e a seleção teve um olhar muito bom dentro da quadra. Estou feliz em ver a evolução dessas meninas no jogo de hoje”, analisou o técnico Luiz Augusto Zanon.

BRASIL (22 + 19 + 19 + 19 = 79) 

Adrianinha Moisés (8pts, 6assist, 4reb e 4recup. de bola), Patrícia Ribeiro (27pts, 4assist. e 2recup. de bola), Tatiane Pacheco (2pts, 2reb e 2assist), Clarissa Santos (13pts, 8reb. e 3recup. de bola) e Érika de Souza (12pts, 11reb, 1assist e 3recup. de bola). Entraram: Damiris Dantas (6pts, 6reb, 1assist. e 1recup. de bola), Jaqueline Silvestre (4pts e 1assist), Nádia Colhado (2reb. e 1assist), Tainá Paixão (6pts e 2assist), Isabela Ramona (1pt, 2reb, 1assist. e 3recup. de bola) e Débora Costa (0). Técnico: Luiz Cláudio Zanon.

JAPÃO (11 + 20 + 14 + 11 = 56) 

Nas 16 edições do Campeonato Mundial, do Chile, em 1953, até a República Tcheca, em 2010, apenas quatro países conquistaram o título: Estados Unidos (oito vezes), ex-União Soviética (seis), Brasil (1994) e Austrália (2006).

Confira a estatística completa de Brasil x Japão em Clique aqui

Confira fotos do Jogo Brasil x JapãoCréditos: Murat Ozturk/CBB/ Bradesco

Forma de Disputa

Na primeira fase, as 16 seleções jogam entre si, em turno único, nos seus respectivos grupos. A primeira colocada de cada chave está automaticamente classificada para as quartas de final, enquanto as equipes em segundo e terceiro lugares disputam a segunda fase nos seguintes cruzamentos eliminatórios: A2 x B3, B2 x A3, C2 x D3 e D2 x C3. Os vencedores da segunda fase jogam nas quartas de final com as seleções classificadas em primeiro lugar nos grupos iniciais. Os ganhadores disputam a semifinal e final.

CBB no Twitter

Acompanhe a cobertura completa da Seleção Brasileira Feminina no Campeonato Mundial da Turquia no Twitter @basquetebrasil

Os grupos

“A” – Sede: Ancara
Brasil, Espanha, Japão e República Tcheca

“B” – Sede: Ancara 
Canadá, França, Moçambique e Turquia

“C” – Sede: Istambul
Austrália, Bielorrússia, Coréia e Cuba

“D” – Sede: Istambul 
Angola, China, Estados Unidos e Sérvia

Tabela da 1ª Fase

1ª rodada – Dia 27 de setembro

“A”: Japão 50 x 74 Espanha e Brasil 55 x 68 República Tcheca
“B”: Moçambique 54 x 69 Canadá e Turquia 50 x 48 França
“C”: Cuba 57 x 90 Austrália e Coréia 64 x 70 Bielorrússia
“D”: Sérvia 102 x 42 Angola e China 56 x 87 Estados Unidos

2ª rodada – Dia 28 de setembro

“A”: República Tcheca 71 x 57 Japão e Espanha 83 x 56 Brasil
“B”: França 89 x 45 Moçambique e Canadá 44 x 55 Turquia
“C”: Austrália 87 x 54 Coréia e Bielorrússia 70 x 69 Cuba
“D”: Angola 39 x 65 China e Estados Unidos 94 x 74 Sérvia

3ª rodada – Dia 30 de setembro

“A”: Brasil 79 x 56 Japão e Espanha x República Tcheca (10h15)
“B”: Moçambique x Turquia (13h) e França x Canadá (15h15)
“C”: Austrália x Bielorrússia (10h30) e Coréia x Cuba (13h15)
“D”: Sérvia x China (8h15) e Estados Unidos x Angola (15h30)
OBS: Horário de Brasília

Saiba mais sobre as 12 jogadoras que irão defender o Brasil no Campeonato Mundial da Turquia: SELEÇÃO ADULTA FEMININA.

Brasil vence Japão e avança para a segunda fase do Mundial

www.PBF.BLOGSPOT.COM


A seleção brasileira feminina de basquete segue viva no Campeonato Mundial da Turquia. Na manhã desta terça-feira, em Ancara, a equipe nacional superou o Japão por 79 a 56, ficou com a terceira posição do Grupo A e garantiu a vaga nas oitavas de final, na qual enfrentará o segundo colocado do Grupo B, que será definido mais tarde. O vencedor do jogo França e Canadá será os rival do Brasil em partida que ocorre já nesta quarta-feira. 

Quem brilhou no triunfo brasileiro foi a ala Patricia Teixeira, de apenas 24 anos e estreante em Mundiais. Ela foi a cestinha do time nacional com 27 pontos e um aproveitamento de 65% nos arremessos de quadra (11/17). A atuação da jovem foi decisiva no terceiro quarto. No momento em que o Japão esboçava uma reação, ela comandou a seleção, anotando 14 pontos no período.

Com o triunfo, o Brasil evitou também fazer a pior campanha de sua história em Campeonatos Mundiais. Se perdesse, amargaria ao menos a 13ª colocação, piorando o 12º lugar obtido no Mundial de 1975, disputado na Colômbia.

Para conquistar a sua primeira vitória em três partidas no torneio, o Brasil contou com uma boa atuação no primeiro tempo, quando conseguiu superar as japonesas por 41 a 31. Os dez pontos colocados de frente deram a tranquilidade necessária para o time, que oscilou bastante no início do terceiro quarto. Na volta do intervalo, as asiáticas chegaram a tirar para seis pontos uma diferença que chegou a ser de 20.

O domínio nos rebotes também foi fundamental para o triunfo do time nacional. O Brasil terminou com 41, contra 28 das adversárias. A pivô Érika se destacou no fundamento, com 11. Ela ainda anotou 12 pontos para finalizar a partida com um duplo-duplo. Outros destaques da equipe nacional foram as pivôs Clarissa Santos (13 pontos, oito rebotes e três recuperações de bola) e a armadora Adrianinha (oito pontos, seis assistências, quatro rebotes e quatro recuperações de bola).

“Foi a vitória do coração e da vontade de ganhar. Jogamos os 40 minutos com muita determinação porque era o jogo da nossa vida. Em nenhum momento deixamos de acreditar na vitória. Fizemos um jogo coletivo, com muita garra e concentração. Mostramos para o Brasil que estamos bem vivas e vamos continuar fortes na competição”, afirmou a pivô Clarissa Santos; 

“O Zanon (técnico) disse no vestiário que era o jogo da vida ou da vida, que não tinha jogo da morte para nós. E fomos para a quadra com muita determinação em busca da vitória. Chegamos a brir 20 pontos de vantagem (31 a 11) e mesmo quando elas encostaram (46 a 42) tivemos tranquilidade para continuar na frente. Conseguimos a vitória e vamos em frente”, disse a pivô Érika. 

Para lembrar: A seleção brasileira seguirá em Ancara, capital turca, para a disputa das oitavas de final. O time só viajará a Istambul caso supere França ou Canadá. Em caso de vitória, o Brasil enfrentará nas quartas de final o primeiro colocado do grupo D, que são os Estados Unidos. As americanas são as atuais campeãs mundiais e olímpicas e favoritas a ficar com a taça mais uma vez.

Fontes: UOL e CBB.

domingo, 24 de novembro de 2013

Sub 13 de Basquete é campeã do Feminino da G.S.P



A categoria sub 13 de basquete feminino do Juventus consagrou-se campeã do quadrangular da Série Prata do Campeonato Feminino da Grande São Paulo (G.S.P), promovido pela Federação Paulista de Basketball (FPB), ao vencer a final sobre a equipe A.D. Centro Olímpico, por 64 a 56, na tarde de sábado (23/11), no ginásio grená.
“Mantivemos vantagem sobre o adversário desde o inicio do jogo, chegamos abrir 20 pontos. Conseguimos colocar em prática tudo que foi treinado. As meninas estavam focadas e se dedicaram muito para chegar ao resultado positivo. Tirei a responsabilidade da vitória, disse a elas que deveriam dar o máximo, porque era a última partida do ano e teriam que jogar com alegria a ponto de contagiar os que estavam do lado de fora, já que contávamos com uma grande torcida, composta por pais, familiares e amigos”, comentou a técnica juventina Kátia de Araújo.

Antes de conquistar o título, o time grená venceu a equipe de A.E Valinhos por 62 x 41 e a do Divino/ Coc / Jundiaí por 89 a 12, terceira e quarta colocadas, respectivamente.“Foi muito importante disputar uma final com o grupo do sub13, principalmente para trabalhar o lado emocional e motivacional. Elas cresceram muito durante o ano e o grupo ainda conta com 06 meninas mais novas, sendo assim já podemos perceber talentos futuros para a modalidade. Da minha parte estou satisfeita com o trabalho e na certeza de estar no caminho certo. Aproveito para ressaltar e agradecer o empenho e dedicação de todas as atletas, o apoio do Clube, dos pais, do diretor de basquete e da Daniela Oliveira, minha ex-atleta e minha auxiliar, pois não é fácil encarar tantos treinos” finalizou Kátia de Araújo”.

A equipe do Juventus é formada por: Geovana, Kelly, Ketlyn, Ashiley, Tatiane, Isabella, Emilly, Juliana, Kathelyn, Julia Evellin, Lais, Laylla e Gabrielle. 

A partir da próxima semana até dia 06 de dezembro, todas as quartas e sextas, às 16h00, o Clube selecionará atletas nascidas no ano de 1999 a 2003 para integrar à equipe feminina de basquete.
As interessadas devem entrar em contato nos e-mails: katiabasquete@hotmail.com ouesporteamador@juventus.com.br 


Www.juventus.com.br

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

TATIANE PACHECO

Natural da capital paulista e descoberta para o basquete aos nove anos de idade, a jovem Tatiane Pacheco, de 23 anos e 1,80m, conquistou dois títulos importantes em 2013, em seu primeiro ano atuando na Seleção Brasileira Adulta. Comandada pelo técnico Luiz Augusto Zanon, Tatiane foi um dos destaques da jovem equipe que conquistou a medalha de ouro no 33º Campeonato Sul-Americano da Argentina, no fim de julho, e do bronze na Copa América – Pré-Mundial do México, que garantiu ao Brasil a vaga na Copa do Mundo da Turquia, em 2014. Tatiane iniciou sua trajetória nas seleções brasileiras de base com apenas 15 anos e soma dois títulos Sul-Americanos Sub-15 (Venezuela/2005 e Equador/2006), além do bronze na Copa América Sub-18 (Argentina/2008). Tati, como é chamada pelas suas companheiras, defenderá a camisa do Sport Recife (PE) na atual temporada. Nessa entrevista ela falou sobre suas conquistas na modalidade e os sonhos para o futuro.

Além de ter ajudado o Brasil na conquista da vaga na Copa do Mundo, o que mais você adquiriu na Copa América?

Toda essa fase serviu para me amadurecer como jogadora e entender que o basquete que a gente está acostumada, está mudando. Além do meu condicionamento físico ter evoluído bastante, eu percebi que a modalidade está ganhando outras filosofias. E que isso só tem ajudado nossa equipe. Mas amadurecimento é a palavra certa para definir o que adquiri com essa competição.

Como foi trabalhar com o técnico Luiz Augusto Zanon?

Totalmente diferente do que eu estava acostumada. A confiança que ele passa é muito importante. A oportunidade que ele deu pra gente, apostar na geração mais nova. Isso foi maravilhoso. Tenho uma admiração enorme por ele. Além disso, o Zanon escuta muito a equipe, isso não é muito normal. Ele gosta de ouvir as nossas opiniões, o que torna nosso entrosamento muito mais agradável e positivo.

Qual a sua opinião sobre o processo de renovação da Seleção Brasileira Feminina?

O trabalho que vem sendo feito, está excepcional. Para as mais novas faltava realmente esse incentivo e deu a largada na capacidade de cada uma de nós. Eu sei que a juventude é quem vai levar o nome do Brasil pra frente. Saber representar bem o país será o nosso trabalho daqui pra frente. Esse ciclo está evoluindo e aprendendo que para formar uma equipe de verdade é necessário tempo e dedicação.

Como é a rotina de uma jogadora na Seleção Brasileira?

Treino, treino e treino. Em épocas de competição o ritmo é diferente, a quantidade de informações muda um pouco também. Mas a rotina é toda baseada em treinamento, seja prático ou teórico.

Fale um pouco sobre sua trajetória e evolução no basquete.

Cada ano foi ficando mais difícil, nunca foi fácil. Mas a realidade da seleção adulta não chega nem perto das categorias de base. Mas eu sei que tudo que aprendi na base é o segredo para o que está acontecendo hoje. Conforme o tempo foi passando, eu acrescentei muita coisa. Mas sem a participação na base, não teria conseguido alcançar os resultados na equipe principal.

O que representaram as conquistas pela seleção brasileira na sua vida?

Foram todos muito importantes. A minha primeira medalha eu não vou esquecer nunca, eu era mais nova, mas sabia que minha vida no esporte estava começando. Nessas duas últimas conquistas com a equipe adulta eu não tenho palavras para descrever. Foi um acontecimento muito único. Eu não esperava nada disso, então fazer parte desse time é quase inexplicável.

Como é o seu relacionamento com as meninas do time?

Eu me relaciono muito bem com todas as meninas. A Patrícia e a Thainá eu conheço a mais tempo, então a afinidade é um pouco maior. Mas no geral todas são muito unidas.

Já se acostumou com o calor de Recife (PE)?

Não, e não vou me acostumar nunca. Eu não gosto de calor, sem dúvida está sendo a parte mais difícil. Mas é a única parte ruim. Todo o resto é maravilhoso, a cidade é linda e a comida melhor ainda. E vai ser uma excelente oportunidade trabalhar com atletas mais experientes.

Como foi o processo de sair de casa tão nova?

Como todo começo sempre tudo é muito difícil. No primeiro ano foi complicado demais porque eu não conseguia voltar em casa nos finais de semana. Mas com jeitinho fui lidando com a saudade e me acostumando. Depois disso foi tudo muito tranquilo. A saudade continuava, mas eu fui me adaptando.

Como você administra o seu tempo profissional e pessoal?

É fácil lidar com isso. Eu costumo tirar meu tempo para descansar e fazer outras coisas que não estejam ligadas ao basquete.

O que gosta de fazer quando não está treinando ou jogando?

Bom eu sou muito caseira. Quando estou em casa fico vendo filme ou estou no computador, costumo jogar futebol e o jogo da NBA pelo vídeo game.

Quais foram os maiores desafios que enfrentou como atleta?

Quando eu tive que operar o joelho, em 2009. Fiquei sete meses parada e foi muito complicado. Quando eu pude voltar, senti muita dor e comecei o tratamento do zero novamente. Eu jogava pelo Jundiaí (SP) e vou dizer que foi muito difícil.

Esse é o seu primeiro ano pelo Sport Recife, como está sendo a fase de preparação e sua expectativa para a temporada?

Ainda estou pouco tempo por aqui. Mas dá pra ver que o grupo todo é bem acolhedor, e sei que isso vai ser um fator positivo. A próxima Liga de Basquete vai ser difícil porque todas as equipes virão com tudo para cima da gente. Mas tenho certeza que será um bom campeonato. Temos equipes crescendo e chegando com tudo, vai ser um torneio com o nível altíssimo.

Qual sua expectativa para estar entre as 12 jogadoras que defenderão o Brasil na Turquia, em 2014?

Eu tenho que me preparar e não esquecer nunca o que aprendi na Seleção. Tenho que levar isso comigo como atleta seja aonde for. É assim que se evolui. Vou continuar concentrada e manter meu foco nos treinos e pensar em melhorar sempre.

Você tem o sonho de participar de uma Olimpíada?

Acho que todas nós temos. Mas desde pequena penso em participar de uma Olimpíada. Se eu estiver lá, vai ser uma conquista imensa da minha vida. E garanto fazer de tudo pra representar da melhor forma possível o Brasil. Vou agarrar essa chance como se fosse a última coisa a fazer na minha vida. Não existe campeonato mais importante do que esse.

A WNBA também faz parte dos seus planos?

Faz e a partir de agora faz muito. Porque tudo que é novo é importante. Sei que e difícil chegar lá, mas sei que dá pra chegar. Acreditar em si mesmo, acreditar no meu jogo e no meu potencial. Sei que esses itens vão me levar aonde eu quero. Não importa se é para a WNBA, para a Europa ou Olimpíadas. Tenho que acreditarem mim.

Qual é o seu maior objetivo como jogadora?

Acho que mostrar minha força e meu trabalho e ser reconhecida por isso. Porque nada é fácil. Ser uma grande jogadora e mostrar que sem esforço e trabalho nada disso teria acontecido. Ser reconhecida por tudo isso é melhor do que ser a melhor.

A VIDA...

Um quebra cabeça, assim é a vida...
Descartar para mudar a história
Guardar para dar sentido...

É preciso sentir seu coração...
Entender que nada é por acaso...